Prévia: Star Wars: The Old Republic
"Star Wars: The Old Republic" é a nova aposta da produtora BioWare no gênero de jogos online para múltiplos jogadores simultaneamente (MMORPG), baseado no universo criado pelo diretor George Lucas. Anunciado pela primeira vez em 2008, o game é exclusivo para as plataformas PC e tem previsão de lançamento para a primavera de 2011.
A BioWare, que já tem experiência com a saga Star Wars com o seu "Star Wars: Knights of the Old Republic", resolveu entrar no mercado dos MMORPGs, que é dominado por "World of Warcraft" da Activision-Blizzard. Certamente um oponente de peso, com mais de 11 milhões de usuários no mundo todo, mas a BioWare conta com uma gigantesca legião de fãs que estão sedentos aguardando por Old Republic, além de vários ingredientes que podem abalar a concorrência.
A história de Old Republic se passa após o estabelecimento de uma frágil paz entre o re-emergente Império Sith e a República Galáctica, cerca de 300 anos depois dos eventos de Knights of the Old Republic e mais de 3500 anos antes dos filmes da saga espacial.
Os Jedi são responsáveis pela ascensão dos Sith e decidem mudar de Coruscant para Tython, onde a ordem Jedi foi inicialmente fundada, para procurar orientação da Força. Os Sith controlam Korriban, lugar onde re-estabeleceram uma Academia Sith. O jogo começa quando um novo conflito aparece. Com um enfoque especial à condução do enredo e histórias dos personagens, o título promete criar um vínculo com o jogador com uma dimensão épica.
Membros das duas facções - República Galáctica e Império Sith - terão personalidades diferentes e o game foca no poder de decisão do jogador de fazer escolhas morais e escolher trilhar o caminho do bem ou do mal, algo já visto em outros games da BioWare, como "Mass Effect" e "Dragon Age". Cada facção conta com diferentes classes, cada qual com a sua própria história dentro do universo do jogo. Até o momento oito classes foram confirmadas: Caçador de Recompensa, Guerreiro Sith, Cavaleiro Imperial e Sith Inquisitor, do lado do Império Sith. E do lado da República temos Soldado, Contrabandista, Cavaleiro Jedi e Jedi Consular.
Além de histórias diferentes, cada classe conta com características próprias, desde ao visual, aos equipamentos, atributos e a mecânica do jogo, mas pouco sobre isso ainda foi divulgado. A BioWare já confirmou a presença de inúmeros personagens não jogáveis que irão interagir diretamente com o jogador, cada qual com diálogos (todos os personagens do jogo serão dublados) e decisões únicas. O jogador tem a opção de várias respostas e dependendo delas, pode mudar o rumo da história, ou ainda arranjar conflitos com integrantes do seu grupo ou até conseguir alguns interesses românticos. A BioWare promete que cada personagem no game irá proporcionar um grande contexto para as missões e objetivos do game jamais visto em um jogo online para múltiplos jogadores simultaneamente antes.
E para você que gosta da ideia de poder viajar pelo espaço, a BioWare já confirmou que cada jogador tem direito a sua própria espaçonave, que além de ser utilizada como transporte para outros planetas, também pode ser usada como uma base móvel, com vários ambientes que ajudarão nas missões e permitindo inclusive a interação com outros jogadores e personagens não jogáveis. Alguns planetas já foram confirmados, como Korriban, Ord Mantell, Nal Hutta, Tython, Coruscant, Balmorra, Alderaan, Tatooine, Dromund Kaas, Taris, Belsavis, Vos, Hoth e a lua Nar Shaddaa. Os combates espaciais, que até agora não passavam de especulações, também foram confirmados, mas só estarão disponível após o lançamento da primeira expansão.
E caso você queira desfrutar de uma experiência single player, sem a participação de outros jogadores online, será possível ao jogador completar as missões e tarefas sozinho, com os elementos de um RPG típico.
A BioWare lançou, em conjunto com a LucasArts e a editora Dark Horse Comics, webcomics intituladas "Star Wars: The Old Republic: Threat of Peace" e "Star Wars: The Old Republic: Blood of the Empire", que servem como uma prévia do jogo e para quem queira se aprofundar na história.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Análise: Star Wars The Clone Wars: Republic Heroes
Análise: Star Wars The Clone Wars: Republic Heroes
"Republic Heroes" é o terceiro game inspirado na animação computadorizada para televisão "Star Wars: The Clone Wars", que relata eventos e batalhas travadas por Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi e outros personagens do universo de George Lucas entre o segundo e terceiro filmes da série.
O jogo é claramente voltado para jogadores mais jovens, potencialmente o mesmo público do desenho animado e traz uma mecânica simples, de fácil compreensão.
É basicamente uma mistura entre elementos de plataforma e pancadaria, que repete a fórmula de maneira burocrática ao longo de seus 30 estágios.
Jedis fracos e repetitivos
Há pequenas variações e extras, como a capacidade de melhorar equipamento e controlar droids, mas nada que realmente consiga desviar as atenções da repetição preguiçosa. São sempre os mesmos inimigos a destruir e o mesmo tipo de plataforma para saltar. Isto quando os controles funcionam e você consegue fazer o que queria.
Obi-Wan invade uma base
Um amigo pode se juntar a qualquer momento da aventura - exceto no PSP - e tornar as coisas um poucos mais divertidas e menos previsíveis, ao menos por um tempo.
Tais problemas são fruto da produção pobre, que se reflete também na apresentação. O áudio, por exemplo, é tão limitado que se resume a repetir meia dúzia de falas e efeitos sonoros de maneira incessante.
Os gráficos sem vida não conseguem tornar reconhecíveis certos designs do desenho e ainda sofrem com problemas de lentidão, texturas estouradas e inúmeros outros problemas. As versões para Wii e PSP parecem mais felizes nos aspectos técnicos, com menos defeitos e mais brilho, mas ainda assim não impressionam mesmo diante de outras adaptações de desenhos e filmes.
"Republic Heroes" é o terceiro game inspirado na animação computadorizada para televisão "Star Wars: The Clone Wars", que relata eventos e batalhas travadas por Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi e outros personagens do universo de George Lucas entre o segundo e terceiro filmes da série.
O jogo é claramente voltado para jogadores mais jovens, potencialmente o mesmo público do desenho animado e traz uma mecânica simples, de fácil compreensão.
É basicamente uma mistura entre elementos de plataforma e pancadaria, que repete a fórmula de maneira burocrática ao longo de seus 30 estágios.
Jedis fracos e repetitivos
Há pequenas variações e extras, como a capacidade de melhorar equipamento e controlar droids, mas nada que realmente consiga desviar as atenções da repetição preguiçosa. São sempre os mesmos inimigos a destruir e o mesmo tipo de plataforma para saltar. Isto quando os controles funcionam e você consegue fazer o que queria.
Obi-Wan invade uma base
Um amigo pode se juntar a qualquer momento da aventura - exceto no PSP - e tornar as coisas um poucos mais divertidas e menos previsíveis, ao menos por um tempo.
Tais problemas são fruto da produção pobre, que se reflete também na apresentação. O áudio, por exemplo, é tão limitado que se resume a repetir meia dúzia de falas e efeitos sonoros de maneira incessante.
Os gráficos sem vida não conseguem tornar reconhecíveis certos designs do desenho e ainda sofrem com problemas de lentidão, texturas estouradas e inúmeros outros problemas. As versões para Wii e PSP parecem mais felizes nos aspectos técnicos, com menos defeitos e mais brilho, mas ainda assim não impressionam mesmo diante de outras adaptações de desenhos e filmes.
Análise: Star Wars: The Force Unleashed 2
Análise: Star Wars: The Force Unleashed 2
Em 2008 a LucasArts colocou no mercado o aguardado e competente "Star Wars: The Force Unleashed", um dos primeiros títulos da popular franquia de ficção científica concebidos para os videogames da atual geração.
Com enredo elaborado, que ligava as duas trilogias de filmes de forma inteligente, e uma ambiciosa mecânica, mesclando diversos motores de física e dando ao jogador diversos poderes especiais, o game foi sucesso absoluto, vendendo mais de sete milhões de unidades no mundo todo.
Starkiller busca vingança
Apesar do grande êxito comercial, o roteiro do título não parecia dar espaço para uma continuação, mas mesmo assim a LucasArts aproveitou uma brecha na história para trazer de volta o herói Starkiller, cavaleiro Jedi e antigo pupilo do vilão Darth Vader.
Contudo, talvez tivesse sido melhor para ele permanecer na reclusão: ainda que tenha um brilho técnico exemplar, "Force Unleashed II" é uma produção tão genérica e sem inspiração que acaba envergonhando a marca "Guerra nas Estrelas".
O retorno dos clones
A história começa em Kamino, planeta que na franquia é conhecido por abrigar fábricas de clones. Darth Vader treina um suposto clone de Starkiller, seu antigo pupilo, mas o guerreiro decide fugir, dando início à jornada.
O roteiro é curto e dispensa toda a criatividade do game anterior, apelando para situações e personagens já comuns à saga. Por exemplo, Starkiller passa por uma arena (como acontece no Episódio II), visita os pântanos de Dagobah (a exemplo de Luke Skywalker no Episódio V) e até manipula uma nave para usá-la como arma (igualzinho Anakin no Episódio III).
O herói se encontra com Yoda
Pena que tudo é usado como mera citação, referência direta mesmo, como se tentasse prender o jogador pela nostalgia dos filmes e nada mais. Aliás, vale o mesmo para as aparições do mestre Yoda e o caçador de recompensas Boba Fett, utilizados de forma superficial e de pouca importância na trama.
Aproveitando o embalo, a situação é igual nos controles. Há pequenos ajustes nos pulos e manipulação de objetos, deixando tudo mais preciso, mas o repertório de golpes pouco varia em relação ao jogo anterior. Raios de eletricidade, empurrão e arremesso de objetos e sabre de luz marcam presença novamente, por exemplo. Há truques novos, mas são tão pouco eficientes que é possível passar pelo game inteiro sem utilizá-los.
Falta inspiração e variedade entre os inimigos, que variam entre uma pequena seleção. No final, "Force Unleashed II" é mais um teste de repetição de procedimentos do que um desafio mesmo às habilidades do jogador. Soldados com mochila à jato, por exemplo, podem ser facilmente detonados com um raio elétrico, não importa se no começo ou fim do jogo. Robôs com escudos também têm esquemas idênticos a aventura toda: use a Força para tirar a proteção e encha de golpes até habilitar o golpe de finalização, ao estilo "God of War", em que basta apertar o botão indicado para dar cabo de vez no adversário.
Veja o trailer da E3 2010
Para encerrar, a jornada é mais curta que no "Force Unleashed" anterior o embate final é ultrajante de tão repetitivo e cansativo. Fica a impressão de que o jogo foi finalizado às pressas. O que é uma pena, pois tecnicamente o jogo é impressionante. Além dos já citados controles ajustados, o visual é repleto de detalhes e efeitos especiais, recriando bem o clima épico dos filmes.
As animações em computação gráfica entre fases, ainda que utilizadas para contar uma história sem graça, são realmente bonitas. O mesmo capricho se aplica à parte sonora, que joga seguro e se vale do amplo repertório de temas épicos, tão característicos de "Guerra nas Estrelas".
Tal como o anterior, há cristais que conferem habilidades diferentes a Starkiller - como melhorar a defesa ou gastar menos Força para golpes especiais - assim como roupas diferentes e desafios adicionais, para acessar pelo menu principal. Ao menos, a busca por tudo isso aumenta um pouco a durabilidade do jogo.
Em 2008 a LucasArts colocou no mercado o aguardado e competente "Star Wars: The Force Unleashed", um dos primeiros títulos da popular franquia de ficção científica concebidos para os videogames da atual geração.
Com enredo elaborado, que ligava as duas trilogias de filmes de forma inteligente, e uma ambiciosa mecânica, mesclando diversos motores de física e dando ao jogador diversos poderes especiais, o game foi sucesso absoluto, vendendo mais de sete milhões de unidades no mundo todo.
Starkiller busca vingança
Apesar do grande êxito comercial, o roteiro do título não parecia dar espaço para uma continuação, mas mesmo assim a LucasArts aproveitou uma brecha na história para trazer de volta o herói Starkiller, cavaleiro Jedi e antigo pupilo do vilão Darth Vader.
Contudo, talvez tivesse sido melhor para ele permanecer na reclusão: ainda que tenha um brilho técnico exemplar, "Force Unleashed II" é uma produção tão genérica e sem inspiração que acaba envergonhando a marca "Guerra nas Estrelas".
O retorno dos clones
A história começa em Kamino, planeta que na franquia é conhecido por abrigar fábricas de clones. Darth Vader treina um suposto clone de Starkiller, seu antigo pupilo, mas o guerreiro decide fugir, dando início à jornada.
O roteiro é curto e dispensa toda a criatividade do game anterior, apelando para situações e personagens já comuns à saga. Por exemplo, Starkiller passa por uma arena (como acontece no Episódio II), visita os pântanos de Dagobah (a exemplo de Luke Skywalker no Episódio V) e até manipula uma nave para usá-la como arma (igualzinho Anakin no Episódio III).
O herói se encontra com Yoda
Pena que tudo é usado como mera citação, referência direta mesmo, como se tentasse prender o jogador pela nostalgia dos filmes e nada mais. Aliás, vale o mesmo para as aparições do mestre Yoda e o caçador de recompensas Boba Fett, utilizados de forma superficial e de pouca importância na trama.
Aproveitando o embalo, a situação é igual nos controles. Há pequenos ajustes nos pulos e manipulação de objetos, deixando tudo mais preciso, mas o repertório de golpes pouco varia em relação ao jogo anterior. Raios de eletricidade, empurrão e arremesso de objetos e sabre de luz marcam presença novamente, por exemplo. Há truques novos, mas são tão pouco eficientes que é possível passar pelo game inteiro sem utilizá-los.
Falta inspiração e variedade entre os inimigos, que variam entre uma pequena seleção. No final, "Force Unleashed II" é mais um teste de repetição de procedimentos do que um desafio mesmo às habilidades do jogador. Soldados com mochila à jato, por exemplo, podem ser facilmente detonados com um raio elétrico, não importa se no começo ou fim do jogo. Robôs com escudos também têm esquemas idênticos a aventura toda: use a Força para tirar a proteção e encha de golpes até habilitar o golpe de finalização, ao estilo "God of War", em que basta apertar o botão indicado para dar cabo de vez no adversário.
Veja o trailer da E3 2010
Para encerrar, a jornada é mais curta que no "Force Unleashed" anterior o embate final é ultrajante de tão repetitivo e cansativo. Fica a impressão de que o jogo foi finalizado às pressas. O que é uma pena, pois tecnicamente o jogo é impressionante. Além dos já citados controles ajustados, o visual é repleto de detalhes e efeitos especiais, recriando bem o clima épico dos filmes.
As animações em computação gráfica entre fases, ainda que utilizadas para contar uma história sem graça, são realmente bonitas. O mesmo capricho se aplica à parte sonora, que joga seguro e se vale do amplo repertório de temas épicos, tão característicos de "Guerra nas Estrelas".
Tal como o anterior, há cristais que conferem habilidades diferentes a Starkiller - como melhorar a defesa ou gastar menos Força para golpes especiais - assim como roupas diferentes e desafios adicionais, para acessar pelo menu principal. Ao menos, a busca por tudo isso aumenta um pouco a durabilidade do jogo.
Bem Vindos
E ai galera blza. sejam bem vindos voces que sao fans de star wars,bom o que mais vcs verao aki sao games mas falamos tambem dos filmes e de outros assuntos se voce quiser sugerir algum poste aki.
Que a Forca Esteja Com Voces
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